Tenho mania de cartas, foi a maneira que encontrei para externar o que me apertava por dentro. Parte delas nunca enviei e muitas perdi em bares, padarias ou em outro lugar que combinasse papel, caneta e uma dor qualquer.
Falo com pessoas que existem e de situações que mais senti do que vivi, não cito nomes, mas me dou ao direito de usar os apelidos devidos.
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