A sala cala e o jornal prepara quem
Está na sala
Com pipoca e bala e o urubu sai
Voando, manso
O tempo corre e o suor escorre,
Vem alguém de porre
E há um corre-corre, e o mocinho,
Chegando, dando
Eu esqueço sempre nesta hora,
Linda, loura
Minha velha fuga em todo
Impasse
Eu esqueço sempre nesta hora,
Linda, loura
Quanto me custa dar a outra
Face
O tapa estala no balacobaco, e é bala
Com bala
E é fala com fala, e o galã se espalhando,
Dando
No rala-rala, quando acaba a bala, é faca com faca
É rapa com rapa, e eu me realizando,
Bambo
Quando a luz acende é uma tristeza,
Trapo, presa
Minha coragem muda em
Cansaço
Toda fita em série que se preza, dizem,
Reza
Acaba sempre nomelhor
Pedaço
terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
então... que viagem essa, nos dois, quando te disse que já tinha pensado, e eu tinha, mas não que fosse verdade, pensava naquelas imaginárias que ficam, que perduram décadas, que são maiores que na realidade, mais simples e fáceis.
o que me espanta é que ela seja na realidade simples e fácil. Sem essas coisas, receios e imagens.
não me preocupo com nada, não tenho medos ou receios, acho que por causa dessa empatia tão segura, não me importo muito com o que fazer ou como. É só mais natural e fácil...
o que me espanta é que ela seja na realidade simples e fácil. Sem essas coisas, receios e imagens.
não me preocupo com nada, não tenho medos ou receios, acho que por causa dessa empatia tão segura, não me importo muito com o que fazer ou como. É só mais natural e fácil...
Assinar:
Comentários (Atom)
